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sexta-feira, 19 de junho de 2009

não julgue o livro pela capa.. ou julgue ?



eu amo minha mãe. ela é inteligente, bonita, determinada e esforçada. eu realmente admiro ela. mas, como todo relacionamento mãe-filha não é perfeito, a gente sempre discute. pelos motivos mais absurdos do mundo. e hoje, no carro com ela, o assunto foi: amigas lésbicas. tá, esse assunto é meio estranho de se conversar com mãe, mas foi ela que começou a falar disso. minha mãe sempre me ensinou a ter respeito pelas pessoas, não julgá-las e todo aquele blábláblá de mãe. mas hoje eu vi que ela não faz o mesmo ! ela julgou as meninas por terem essa opção sexual e disse que não havia nada de mais em ter 'amizade' com elas, mas andar abraçada e de mãos dadas com elas era um ato aterrorizante ! e eu defendi meu ponto de vista, dizendo que estava errada em julgar isso como errado. to com preguiça de escrever o diálogo aqui.. mas essa discussão me fez pensar. Há algum tempo eu to persebendo que a minha maneira de pensar tá mudando, sobre julgar os outros. Talvez porque eu sou muito julgada hoje. Julgar, seria um tipo de "preconceito" um conceito pre, um julgamento antes de saber sobre. Acredito que julgar alguém pelo que se vê é errado. Mais errado ainda é julgar alguém pelo que se ouve dela. Só que: quem sou eu pra dizer o que é certo e o que é errado ? Cada um tem seu ponto de vista. O meu é esse. Eu não acho certo, e to sempre me corrigindo ao julgar alguém antes de conhecer. Claro, os maus pensamentos nunca escapam, mas eu controlo eles, tento não dizer a ninguém e jogar isso fora, porque imagine quantas pessoas legais eu estaria deixando de conhecer ? Eu não sei, ninguém sabe ! Isso é apenas um dos riscos que eu corro ou deixo de correr na minha vida e me trazem até onde eu to ! E se hoje, me julgam assim, amanhã será diferente, com certeza. Eu não preciso provar isso a ninguém, e também nem quero. Mas.. sempre há o outro lado ! haha.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

até q ponto os inúteis vão parar de me perseguir ?

mitie diz:
*meu, eu posso dize isso mais doq ngm, pq eu sei como é te fama de biscate sem ser, por mais q tu ache francine, sei la,
mitie diz:
*tu não fala nem 2 nome de piá daqui q eu fiquei e eu so biscate, eu hein
francinegalbier@hotmail.com diz:
*EU SEI MITIE, EU SEI QUE O RENAN FEZ A SUA FAMA, QUE ELE QUEIMO VOCE PRA CIDADE INTEIRA, MAS É DIFERENTE PORQUE O RENAN É O RENAN E O BRUNO É O BRUNO

Assim eu até me sinto importante, haha.
Uma das perguntas que eu mais faço pra mim mesma ultimamente é essa: por que as pessoas se importam TANTO com a minha vida ?
Sério, nunca fui de grupinhos populares, muito menos fui popular. Mas de uns tempos pra cá, de repente isso mudou. E parece que a pessoa que fez isso pensou errado, tentando me colocar pra todos com uma fama.. digamos que "vulgar". Até porque essa pessoa tem sérios problemas pscicológicos, seu relacionamento com a família deve ser péssimo, tem poucos amigos e não está satisfeito consigo mesmo.. Bom, se é inveja ou recalque, eu não sei. Mas isso realmente é uma forma inescrupulosa de tentar 'acabar' com a vida dos outros.. Até porque comigo isso não deu muito certo :) Acreditou quem quis, quem foi bobo o bastante pra infiltrar palavras de mais um qualquer que tenta fazer de tudo pra ser 'famoso' e só recebe tomates podres na cara. Aí, como ele tá lá no fundo abraçando (e até dormindo com) o capeta, tenta levar o máximo de pessoas junto com ele. Mas sabe como é ! Crianças de 13-17 fazem qualquer coisa pra se aparecer, pra conquistar aquilo chamado de 'popularidade'. Eu realmente nunca me importei com isso. Sempre preferi ficar longe disso, porque eu já tinha essa realidade. Mas enfim.. alguém me diz onde um rapaz desse vai parar na vida ? Única coisa que sabe fazer é falar mal da melhor amiga, do pai, da mãe, se duvidar até de Deus. Realmente, morro de dó disso tudo, porque tá na cara que alguém assim só quer atenção. Tipo uma criança de 2 anos, sabe ? Mas com umas palavras difíceis a mais, APENAS.

terça-feira, 10 de março de 2009

Desapego.


Você era sol e eu queria luz. Era chuva e eu precisava de água. Éramos começo, novidade. O primeiro doce do pacote, a primeira mordida de uma boca com fome. E eu era faminta. Saboreava a vida como um tempero exótico. Eu era a cega que voltava a ver, e você era a primeira tonalidade. Enfim, éramos um doce. Um doce problema. Porque o problema de toda novidade é que o novo tem validade. Curta. Não importa o quanto o sentimento seja legítimo: se é novo, uma hora fica velho. Com o tempo, cria artrites, os ossos enfraquecem, e como nas pessoas, o coração falha. Às vezes entope, às vezes corre. Mas tem vezes que pára. Hoje eu quis entender porque é que o meu desacelerou. Se era antes capaz de parar o tempo, decretar a paz e jurar estabilidade, hoje negou a si mesmo. Não porque era superficial, nem porque não aguentou o tranco. Sinceramente, eu nem sei bem o por quê. Só sei que hoje eu quis um pouco mais de mim e um pouco menos de você. Não sei se chamo isso de fracasso, vulnerabilidade ou se é só uma lição pra me fazer te dar valor quando tudo não parecer mais tão seguro. Sou vulnerável às mudanças do tempo e não tenho imunidade contra o desinteresse. Ninguém tem. Ninguém que teve um brinquedo, uma música favorita ou um sentimento extraordinário saberia eternizar o impulso do início. A insatisfação, muitas vezes, é o que faz as coisas andarem. E desta vez, ela me faz andar para um lado contrário ao teu. Por mais que a contraditória aqui seja eu. Ou que as palavras tão firmes de antes hoje pareçam poeira. Se até a dona natureza, que é sábia, tem mudanças de estações, eu - que sei tão pouco de tudo - acho que também posso ter. E posso criar meu próprio tsunami se bem entender. Correndo o risco sim, de parecer volúvel. Mas nunca me entregando à mediocridade que é viver com um coração resignado. Ou de oferecer amor em um tom apagado. Se é vida o que você me propõe, considere a missão cumprida. Quanto mais inexplicável tudo parece, mais eu me sinto viva. fonte não existe mais.